Mogi das Cruzes

Agora o Rio Tietê entra na cidade de Mogi das Cruzes, nome que surgiu a partir da palavra indígena Boygi, que significa Rio das Cobras em referencia ao Rio Tietê. Mais tarde Boygi passou a ser reconhecida como Mogi e o termo “das cruzes ” foi incorporado devido à tradição de marcar limites de territórios urbanos e rurais com cruzes.

Numa área de 725,4 Km2 possui 329.680 habitantes, sendo 301.551 habitantes urbanos e 28.129 habitantes rurais, caracteriza-se por uma das maiores concentrações de imigrantes e descendentes de japoneses do estado e, também, pela maior produção de hortifrutigranjeiros de São Paulo.

A cidade possui como patrimônio histórico:

Convento do Carmo

Licença para a fundação foi concedida em 3 de março de 1629 pelo Capitão Geral, Diogo Luiz de Oliveira em nome de sua Majestade. As terras foram doadas por José Preto e sua esposa, filha de Gaspar Vaz, pelo então vigário de Mogi, Padre Gaspar Saches e pela Câmara. As doações datam de 1627 e 1628 sendo as terras chamadas de Nossa Senhora do Carmo.

Igreja do Carmo

Ordem 1º e 3º do Carmo. A mais nova delas é a da Ordem 3º (Rua Otto Unger). Dizem ter sido erguida sobre um jazido, vinte anos antes do século que nos deve a Independência. A igreja maior, da Ordem 1º, segundo Frei Thimóteo Van Den Broek, data do século XVII.

Igreja Matriz

Construída pelos escravos. Era de taipa. Há referências de que já em 1580, funcionava como igreja. Em 1952 começou a cair. A nova igreja foi iniciada no dia 25 de julho de 1952.

Igreja de São Benedito

Data da fundação é incerta entre os anos de 1747 e 1869. O nome da igreja de São Benedito foi em 1879, com a introdução da imagem de São Benedito pois antes era Igreja do Bom Jesus do Matozinho.

Fonte: http://www.riotiete.com.br/rota.htm